terça-feira, 5 de outubro de 2010
Tipos de cinemas
cinema mudo:o cinema mudo é o tipo de filme q não possui trilha sonora que corresponde diretamente com as cenas,nos anos 20 era comum esse tipo de filme,pois não avia tecnologia para fazer os sons da forma q estava acontecendo.mas eram filmes muito bons e tinha um filme de um grande comediante que se chamava Charlie Chapilin que foi um grande marco para a historia do cinema mudo.
cinema falado:no dia 6 de outubro de 1927,o filme "o cantor de jazz",usando o sistema de gravações de discos sincronizados com a projeção é um grande sucesso nos E.U.A,LULU Barros narra como nasceu o primeiro filme em "minhas memórias de cineasta",em 1929 o primeiro filme falado do brasil.
cinema com cores:o cinema com core se deu inicio em meados dos anos 30 e um filme de sucesso foi the wizard of Oz.
A história do cinema no japão:nascido em Okayama.fundador,junto com Mizoguchi do movimento de vanguarda que dari origem a arte do cinema no japã,depois de 1920.sua primeira fase é marcada pelo realismo social,com filmes como Tsuchi(A terra),e hoje temos muitos filmes japoneses ou com origem em desenhos jponeses com o último mestre do ar que foi inpirado no anime Avatar a lenda de Aang,e faz muito sucesso entre os jovens e foi um filme bastante aguardado,e realmente é um bom filme assistam.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Trabalho de Artes parte 6
Filme Mudo:
Rodolfo Valentino, astro maior
dos filmes mudos
Um filme mudo é um filme que não possui trilha sonora de acompanhamento que corresponde diretamente às imagens exibidas, sendo esta lacuna substituída normalmente por músicas ou rudimentares efeitos sonoros executadas no momento da exibição. A idéia de combinar filmes com sons gravados é quase tão antiga como o próprio cinema, mas antes do fim dos anos 20, a maior parte dos filmes eram mudos devido a inexistência de tecnologia para tornar isso possível.
Os anos anteriores à chegada do som ao cinema são conhecidos como a "era muda" entre os estudiosos e historiadores de cinema. A arte cinematográfica atingiu a maturidade plena antes da substituição dos filmes mudos por "filmes sonoros" e alguns cinéfilos defendem que a qualidade dos filmes baixou durante alguns anos, até que o novo meio sonoro estivesse totalmente adaptado ao cinema.
Visto que os filmes mudos não podiam aproveitar o som sincronizado para os diálogos, eram introduzidas legendas no filme para clarificar as situações para os espectadores, ou para fornecer diálogo crítico.
Longa-metragem
Longa-metragem é uma obra cinematográfica com duração superior a sessenta minutos. Este padrão é no entanto discutível, visto haver quem o estabeleça para valores de tempo superiores ou inferiores em cerca de dez minutos. Em língua inglesa é designado como feature film.
A Academy of Motion Picture Arts and Sciences, o American Film Institute, e o British Film Institute definem um longa pela duração de 40 minutos ou mais. O Centre national de la cinématographie na França define-o como um 35mm (milímetros) o qual é mais longo que 1.600 metros, e que resulta em 58 minutos e 29 segundos para filmes sonorizados e o Screen Actors Guild como tendo um tempo mínimo de oitenta minutos.
Curta-metragem
Curta-metragem, ou simplesmente curta, é um filme de duração inferior a trinta minutos, havendo no entanto quem para o classificar estabeleça um padrão variável de mais ou menos dez minutos.
O termo começou a ser utilizado nos Estados Unidos na década de 1910, quando boa parte dos filmes começava a ter durações cada vez maiores.
O gênero que mais utilizou o formato de curta-metragem foram as animações. Ainda hoje há muitos filmes com acção ao vivo (live-action) e de animação produzidos como curta-metragem, havendo inclusive um premio dos Oscar para cada tipo.
Formato bastante difundido e em expansão no Brasil desde os anos 70, a curta-metragem é também adoptada em documentários, filmes de estudantes e filmes de pesquisa experimental.
Segundo a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) em sua Instrução Normativa 22, anexo I, a definição de Curta-Metragem é dada a filmes de até 15 minutos, Média-Metragem para filmes com tempo acima de 15 minutos e até 70 e Longa para filmes com mais de 70 minutos.
Documentário
Documentário é um gênero cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjectiva da realidade.
O conceito
O filme documentário foi pela primeira vez teorizado por Dziga Vertov (1896-1954), que desenvolve o conceito de «cinema-verdade» (kino-pravda), defendendo a ideia da fiabilidade do olho da câmara, a seu ver mais fiel à realidade que o olho humano - ideia ilustrada pelo filme que realizou Cine-Olho (1924) -, visto ser uma reprodução mecânica do visível (Ver: cinema directo).
O termo documentário é aceito em 1879 pelo dicionário francês Littré como adjetivo referente a algo «que tem carácter de documento». Atualmente, há uma série de estudos cujos esforços se dirigem no sentido de mostar que há uma indefinição de fronteiras entre documentário e cinema de ficção, definindo um género híbrido. Surge no início do século o termo docuficção. A etnoficção é umas das práticas nobres deste gênero.
Legislação
Em Portugal
A legislação portuguesa em vigor (Portaria n.º 878/2003, de 20 de Agosto) estabelece que se consideram «DOCUMENTÁRIOS DE CRIAÇÃO aqueles que contenham uma análise original de qualquer aspecto da realidade e não possuam carácter predominantemente noticioso, didáctico ou publicitário nem se destinem a servir de simples complemento a um trabalho em que a imagem não constitua elemento essencial, seja qual for o seu suporte e duração.» Isso sem contar os inúmeros gêneros literários que podem ser acrescidos a este termo documentário.
Filme 3D
Filme 3D é um filme no qual as imagens são codificadas de forma a dar ao espectador a ilusão de uma terceira dimensão espacial.
Com o surgimento nos últimos anos do 3D Digital animadores e cineastas podem enganar seus olhos de uma forma mais real como se você realmente estivesse vendo o filme através de uma janela entre o mundo real o mundo fantástico do cinema.
Mas não é tão simples, tudo depende de ilusões de ótica para criar cenas panorâmicas e com profundidade ou objetos que parecem saltar da tela. Os humanos têm visão binocular, ou seja, cada olho enxerga uma imagem diferente e o cérebro ás combina em uma única imagem. O cérebro utiliza a sutil diferença angular entre as duas imagens para auxiliar na percepção de profundidade.
Nos filmes em 3D antigos usavam-se imagens anáglifas para tirar vantagem da visão binocular, essas imagens incluem duas camadas de cor em uma única tira do filme reproduzida por projetor. Uma das camadas era predominantemente vermelha e a outra azul ou verde, para assistir se usava um óculos 3D apropriado para o filme. As lentes coloridas forçavam um olho a enxergar a seção vermelha da imagem e a outra azul ou verde, devido a diferença entre as duas imagens o cérebro as interpreta como uma imagem em três dimensões. Essa tecnologia já fez com que pessoas tivessem dor de cabeça, lesões oculares e náusea.
A tecnologia 3-D digital também utiliza imagens para enganar sua visão. Porém, em vez de usar cores para filtrar as imagens em cada olho, a maioria dos sistemas utiliza a polarização. Lentes polarizadas filtram apenas ondas de luz que são alinhadas na mesma direção. Num par de óculos 3-D, cada lente é polarizada de forma diferente. Em alguns óculos, existe uma diferença de 90 graus na polarização. Outros utilizam diferentes alinhamentos de polarização circular. A tela é especialmente desenvolvida para manter a polarização correta quando a luz do projetor é refletida. Nos filmes que utilizam essa tecnologia, em vez de um amontoado de imagens vermelhas e verdes, as imagens ficam um pouco embaçadas, quando vistas sem os óculos.
Um filme em 3-D digital usa um ou dois projetores digitais para reproduzir a imagem na tela. Estruturas com dois projetores utilizam um deles para reproduzir a imagem para o olho esquerdo e o outro, para o olho direito. A luz que forma cada imagem é polarizada a fim de igualar as lentes correspondentes. A maioria dos sistemas de um único projetor utiliza um dispositivo de polarização posicionado acima da lente do projetor. Esse dispositivo é uma placa polarizada que permite a passagem de luz para apenas uma das duas imagens de cada vez. Em sistemas de um único projetor, cada olho enxerga sua imagem para cada quadro do filme, de duas a três vezes, numa sucessão extremamente rápida. Seu cérebro interpreta isso como uma imagem tridimensional contínua. Alguns sistemas utilizam óculos ativos que se sincronizam com o projetor usando ondas de rádio, mas costumam serem mais pesados e mais caros do que os óculos polarizados.Trabalho de Arte parte 5
Tecnologia Cinematográfica
Película cinematográfica
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A película cinematográfica ou filme cinematográfico (por vezes abreviado por película ou filme), é um material fotografico feito à base de celulóide, fabricado em formato de lâmina translúcida. Quando aplicada com determinados produtos químicos, a película é utilizada para cinema.
Grandes fabricantes mundiais de película são as indústrias estadunidense Kodak e a japonesa Fuji.
Há diversos formatos de película, em geral definidos pela sua bitola (largura). Os formatos mais conhecidos para cinema são 35 mm, 16 mm e Super-8. E há diferentes películas para filmes em preto-e-branco e em cores.
Elementos do filme
Independentemente da bitola e do formato, o filme cinematográfico possui quatro elementos básicos:
- Fotograma ou quadro (em inglês, "frame"): é o espaço onde cada imagem fixa se forma e é armazenada. Este espaço é de formato retangular, em geral na proporção 1.33 ou 4x3 (o que significa que a largura é 33% maior que a altura). A projeção destas imagens em alta velocidade (desde 1927 padronizada em 24 por segundo) e em registro é que produz ao olho humano a ilusão de movimento.
- Perfurações ("film perforations" ou "perfs"): são furos feitos na superfície do filme, em geral dos dois lados do fotograma, e que servem para facilitar o transporte do filme, tanto na câmara quanto no projetor, mantendo as imagens em registro umas com as outras.
- Pista de som ("sound track"): é o espaço para a informação sonora, disposto transversalmente numa das laterais do filme, entre o fotograma e as perfurações. Pode ser constituído por uma ou mais pistas de som óptico (visíveis como uma linha sinuosa preta "desenhada" ao lado do fotograma) ou de som magnético (tiras de cor marrom constituídas de material magnetossensível).
- Numeração de borda ("edge numbers" ou "edge code"): é uma série de pequenos números impressos em uma das bordas da película, seqüencialmente e a intervalos regulares, para facilitar a montagem do filme e sua posterior manipulação no laboratório. Desde 1991, esses números são acompanhados de código de barras, o que permite a sua leitura mecânica.
Bitola cinematográfica
Bitola cinematográfica é uma propriedade física do filme, definida pela sua largura, normalmente medida em milímetros.As principais bitolas que têm sido utilizadas no cinema são as de 8 mm, 16 mm, 35 mm e 70 mm.
Historicamente houve também outras bitolas (9.5 mm, 22 mm, 56 mm, etc.), especialmente no período do cinema mudo, mas sem a mesma importância das mencionadas acima.
Quadro geral das principais bitolas cinematográficas
| 8 mm | 16 mm | 35 mm | 70 mm | |
|---|---|---|---|---|
| largura do filme (mm) | 8 | 16 | 35 | neg: 65 pos: 70 |
| dimensões do fotograma (mm) | 4,88 x 3,68 | 10,26 x 7,49 | 22,05 x 16,03 | 52,63 x 23,00 |
| proporção do fotograma | 1,33 | 1,37 | 1,37 | 2,29 |
| diagonal do fotograma (mm) | 6,11 | 12,70 | 27,26 | 57,44 |
| distância entre fotogramas (mm) | 3,81 | 7,62 | 19,00 | 23,75 |
| perfurações por fotograma | 1 | 1 + 1 | 4 + 4 | 5 + 5 |
| dimensões da perfuração (mm) | 1,83 x 1,27 | 1,83 x 1,27 | 2,79 x 1,98 | 2,79 x 1,98 |
| espaço reservado ao som (mm) | 0,75 | 1,80 | 2,13 | 9,60 |
| cadência de projeção (qps) | 24 | 24 | 24 | 24 |
| velocidade de projeção (cm/s) | 10,16 | 18,29 | 45,60 | 57,00 |
| fotogramas em 1 m de filme | 236 | 131 | 53 | 42 |
| tempo de projeção de 100 m de filme | 16 min 23 s | 9 min 6 s | 3 min 40 s | 2 min 55 s |
Trabalho de Arte parte 4
Cinema (do grego: κίνημα - kinema "movimento") inclui a técnica de projetar imagens para criar a impressão de movimento, bem como uma arte e a indústria cinematográfica. As obras cinematográficas (mais conhecidas como filmes) são produzidas através da gravação de imagens do mundo com câmeras, ou pela criação de imagens utilizando técnicas de animação ou efeitos visuais.
Os filmes são feitos de uma série de imagens individuais chamadas fotogramas. Quando essas imagens são projetadas de forma rápida e sucessiva, o espectador tem a ilusão de que está ocorrendo movimento. A cintilação entre os fotogramas não é percebida devido a um efeito conhecido como persistência da visão, pelo qual o olho humano retém uma imagem durante uma fração de segundo após a fonte ter sido removida. Os espectadores têm a ilusão de movimento devido a um efeito psicológico chamado movimento beta.
O cinema é um artefato cultural criado por determinadas culturas, que refletem as mesmas e, por sua vez, as afetam. O cinema é considerado uma importante forma de arte, uma fonte de entretenimento popular e um método poderoso para educar - ou doutrinar - os cidadãos. Os elementos visuais dão aos filmes um poder de comunicação universal. Alguns filmes se tornaram mundialmente populares ao usarem técnicas de dublagem ou legendas, que traduzem o diálogo.
A origem do nome "cinema" vem do fato de que o cinematógrafo, historicamente, foi o primeiro equipamento utilizado para o registro e exibição de filmes. Por metonímia, a palavra também pode se referir à sala de espetáculos onde são projetadas obras cinematográficas.
História
A invenção da fotografia, e sobretudo a da fotografia animada, foram momentos cruciais para o desenvolvimento não só das artes como da ciência, em particular no campo da antropologia visual.
O cinema é possível, graças à invenção do cinematógrafo pelos Irmãos Lumière no fim do século XIX. Em 28 de dezembro de 1895, no subterrâneo do Grand Café, em Paris, eles realizaram a primeira exibição pública e paga de cinema: uma série de dez filmes, com duração de 40 a 50 segundos cada, já que os rolos de película tinham quinze metros de comprimento. Os filmes até hoje mais conhecidos desta primeira sessão chamavam-se "A saída dos operários da Fábrica Lumière" e "A chegada do trem à Estação Ciotat", cujos títulos exprimem bem o conteúdo. Apesar de também existirem registros de projeções um pouco anteriores a outros inventores (como os irmãos Max Skladanowsky [1] [2] e Emil Skladanowsky na Alemanha), a sessão dos Lumiére é aceita pela maciça maioria da literatura cinematográfica como o marco inicial da nova arte. O cinema expandiu-se, a partir de então, por toda a França, Europa e Estados Unidos, através de cinegrafistas enviados pelos irmãos Lumière, para captar imagens de vários países.
Nesta mesma época, um mágico ilusionista chamado Georges Méliès, que comandava um teatro nas vizinhanças do local da primeira exibição mencionada, quis comprar um cinematógrafo, para utilizá-lo em seus números de mágica. No entanto, os Lumière não quiseram vender-lhe, e o pai dos irmãos inventores chegou a dizer a Meliès que o aparelho tinha finalidade científica e que o mágico teria prejuízo, se gastasse dinheiro com a máquina, para fazer entretenimento. Meliès conseguiu um aparelho semelhante, depois, na Inglaterra, e foi o primeiro grande produtor de filmes de ficção, com narrativas, voltados para o entretenimento. Em suas experimentações, o mágico descobriu vários truques que resultaram nos primeiros efeitos especiais da história do cinema. Foi o responsável, portanto, pela inserção da fantasia na realização de filmes.
Logo depois, nas duas primeiras décadas do século XX, o diretor estadunidense David W. Griffith, um dos pioneiros de Hollywood, realizou filmes que fizeram com que ele fosse considerado pela historiografia cinematográfica o grande responsável pelo desenvolvimento e pela consolidação da linguagem do cinema, como arte independente, apesar das polêmicas ideológicas em que se envolveu. Ele foi o primeiro a criar filmes em que a montagem e os movimentos de câmera eram empregados com maestria e, com isso, estabeleceu os parâmetros do fazer cinematográfico dali em diante. Destaque para "Intolerância", admirado até hoje entre cineastas e cinéfilos.
Como forma de registrar acontecimentos ou de narrar histórias, o Cinema é uma arte que geralmente se denomina a sétima arte, desde a publicação do Manifesto das Sete Artes pelo teórico italiano Ricciotto Canudo em 1911. Dentro do Cinema existem duas grandes correntes: o cinema de ficção e o cinema documental.
Como registro de imagens e som em comunicação, o Cinema também é uma mídia. A indústria cinematográfica se transformou em um negócio importante em países como a Índia e os Estados Unidos, respectivamente o maior produtor em número de filmes por ano e o que possui a maior economia cinematográfica, tanto em seu mercado interno quanto no volume de exportações.
A projeção de imagens estáticas em sequência para criar a ilusão de movimento deve ser de no minimo 16 fotogramas (quadros) por segundo, para que o cérebro humano não detecte que são, na verdade, imagens isoladas. Desde 1929, juntamente com a universalização do cinema sonoro, as projeções cinematográficas no mundo inteiro foram padronizadas em 24 quadros por segundo.
Trabalho de Artes. (4/10)
Esta é uma lista de gêneros de filmes que são normalmente utilizados para fins de categorização comercial. Nos últimos tempos têm-se vindo a abandonar a divisão dos filmes por gêneros.
-Ação
-Animação
-Aventura
-Chanchada
-Cinema catástrofe
-Comédia
-Comédia romântica
-Comédia dramática
-Comédia de ação
-Cult
-Documentário
-Drama
-Espionagem
-Erótico
-Fantasia
-Faroeste (ou Western)
-Ficção científica
-Franchise/Séries
-Guerra
-Machinima
-Musical
-Filme noir
-Policial
-Pornochanchada
-Pornográfico
-Romance
-Suspense
-Terror (ou Horror)
-Trash